domingo, 29 de novembro de 2009

UNE é suspeita de fraudar convênios com Ministério da Cultura

UNE é suspeita de fraudar convênios com Ministério da Cultura

Pelo menos nove acordos firmados com a entidade, no valor de R$ 2,9 milhões, estariam em situação irregular
Leandro Colon, de O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA - Aliada do governo, a União Nacional dos Estudantes (UNE) fraudou convênios, forjou orçamentos e não prestou contas de recursos públicos recebidos nos últimos dois anos. A entidade chegou a apresentar documentos de uma empresa de segurança fantasma, com sede na Bahia, para conseguir aprovar um patrocínio para o encontro nacional em Brasília. Dados do Ministério da Cultura revelam que pelo menos nove convênios celebrados com a UNE, totalizando R$ 2,9 milhões, estão em situação irregular - a organização estudantil toma dinheiro público, mas não diz nem quanto gastou nem como gastou.
 Veja também:
link"Essas coisas acontecem, é complicado conveniar", diz presidente da UNE

O Estado analisou dois convênios com prazo de prestação de contas expirado no ministério: o Congresso Nacional da UNE, realizado em julho, em Brasília, e o projeto Sempre Jovem e Sexagenária, celebrado em 2008, que tinha como meta produzir - até 4 de junho - 10 mil livros e um documentário sobre a história estudantil secundarista. O presidente da entidade, Augusto Chagas, de 27 anos, promete devolver o dinheiro, se forem comprovadas irregularidades.

Apesar de o governo ter repassado R$ 826 mil para os projetos, a entidade, mesmo cobrada, não entrega extratos bancários e notas fiscais, nem cumpre a "execução dos objetivos", os livros e o documentário. Sobre os livros, uma cláusula do contrato diz que a UNE teria 60 dias para prestar contas, a partir de junho, ou restituir em 30 dias as verbas não usadas. Não fez nem uma coisa nem outra.

EMPRESA FANTASMA

A UNE forjou orçamentos para obter dinheiro para o encontro em Brasília. Em 16 de julho, o ministério liberou R$ 342 mil para o evento, que teve a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da ministra Dilma Rousseff (Casa Civil). A entidade apresentou estimativa de gasto de R$ 70 mil com hospedagem, R$ 29 mil para segurança, R$ 26 mil em passagens aéreas, entre outros. O ministério cobrou três orçamentos.

Para explicar a despesa com segurança, a UNE entregou o orçamento de empresa fantasma, com sede em Salvador, a 1.400 quilômetros do evento. O outro orçamento também é de uma empresa baiana, que ocupa uma sala de 30 metros quadrados e não tem funcionários.

A empresa fantasma é a Patorg Segurança. Os documentos entregues pela UNE ao governo mostram que a empresa declarou à Receita Federal como endereço o sexto andar de um prédio na Avenida Estados Unidos, em Salvador. A reportagem esteve ali na quinta-feira. No local não há empresa de segurança. Os vizinhos desconhecem a Patorg. "Eu trabalho aqui há 19 anos e nunca teve esse tipo de empresa", disse o porteiro Valdir Alexandre dos Santos.

A UNE anexou um orçamento de R$ 36,4 mil da Patorg. Seu dono, Genovaldo Costa, é desconhecido no endereço, vive em Camaçari e não foi localizado.

A outra empresa, a MG Serviços de Limpeza e Portaria, ocupa uma sala num pequeno sobrado na Baixa dos Sapateiros. A UNE entregou um orçamento de R$ 32,2 mil da empresa, que não tem funcionário registrado, mas fez uma proposta de 280 seguranças, por R$ 115 a diária. O Estado foi três vezes ao endereço, mas não havia ninguém. Pelo celular, o dono, Marcos Guimarães dos Santos, disse que já prestou serviços à UNE, mas não deu detalhes.


Como a entidade não entrega a sua prestação de contas, ainda é um mistério a relação de quem foi contratado. Sabe-se, porém, que a UNE usou fantasmas para aprovar o convênio.


Os R$ 435 mil do Sempre Jovem e Sexagenária foram liberados em 5 de junho de 2008. A UNE apresentou orçamento de R$ 90 mil com pesquisa, R$ 50 mil para alimentação e hospedagem, e R$ 35 mil para imprimir o livro. O governo enviou ofício em 18 de junho passado lembrando que o convênio está encerrado e cobrou informações. Cinco meses depois, a UNE não deu satisfação.


Fonte: www.estadao.com.br

Quase 75% dos universitários estão em instituições privadas

Em 2008, havia 5.080.056 alunos matriculados em cursos superiores no Brasil, 4,1% a mais do que em 2007.
Segundo o MEC, 74,9% dos alunos estão em cursos particulares, enquanto 25,1% estudam em instituições públicas.
Os dados são do Censo da Educação Superior.
Em 2008, havia 5.080.056 alunos matriculados em cursos superiores no Brasil, 4,1% a mais do que em 2007.
O setor privado ainda responde pela maior parte das matrículas: 74,9% dos alunos estão em cursos particulares, enquanto 25,1% estudam em instituições públicas.

Para a secretária de Ensino Superior do MEC, Mari Paula Bucci, há um processo de expansão generalizado, tanto no setor público quanto no privado.
Ela acredita que os programas do governo federal para aumento do número de vagas em universidades públicas só terão efeito nos próximos anos.

“O grande crescimento do Reuni [Programa de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais] deve ocorrer em 2009.
O importante é que o ensino público também está se expandindo e se interiorizando”, disse.

No ano passado, 1.936.078 alunos ingressaram no ensino superior, 8,5% a mais do que o registrado em 2007.
No ensino presencial, entretanto, houve uma redução no crescimento do número de novos estudantes.
Cerca de 1,5 milhão de alunos se matricularam em instituições de ensino superior, um aumento de 1,6% em relação aos dados de 2007. Mas, em anos anteriores, esse aumento chegou a 7,2%.

As informações são do Censo da Educação Superior de 2008, divulgado hoje (27) pelo Ministério da Educação (MEC). De 2007 para 2008, foram criados 1,2 mil cursos, um aumento de 5,2%.

As instituições privadas também respondem pela maioria dos cursos: 17 mil, de um total de 24 mil.
No entanto, o material divulgado pelo MEC destaca que o maior crescimento relativo foi nas instituições federais, que apresentaram um aumento de 6,8% no número de cursos na passagem de 2007 para 2008.

Das 2.252 instituições de ensino superior em funcionamento no país no ano passado, 90% eram particulares e 10% públicas, incluindo universidades federais, municipais e estaduais.

Fonte: Agência Brasil
http://www.agenciabrasil.gov.br/

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Teatro em Joinville. Segue programação

EM CARTAZ N. 61

No Em Cartaz de hoje:

Estréia do Grupo Jovem de Teatro da Scar em Jaraguá do Sul – As Aventuras e Desventuras de Robinson Crusoé ou 20 Anos de Sangue, Horror e Humor, direção de Hélio Muniz;
Estréia e temporada: Marco do Rústico Cia Teatral no Galpão da AJOTE;
Aprovação de Mestrado de Clarice Steil Siewert.

______________________________________________________

O Grupo Jovem de Teatro
Da SCAR

Apresenta:

As Aventuras e Desventuras de Robinson Crusoé ou 20 anos de Sangue, Horror e Humor.


Data: 18 a 21 de novembro de 2009 – de quarta a sábado
Horário: 20 horas
Local: Pequeno Teatro da SCAR - Rua Jorge Cznerniewicz, 160 - Bairro Cznerniewicz
Jaraguá do Sul - SC
Ingressos: 01 caixa de leite

Sinopse
            A montagem é uma criação coletiva dos atores selecionados especialmente para este projeto, que optaram por uma nova definição para o clássico de Daniel Defoe. “20 anos de sangue, horror e humor”, como o trabalho também é denominada pelo grupo, mostra a história  do lendário personagem do romance escrito em 1719 pelo jornalista e escritor inglês, desde sua saída em busca do novo mundo até seu naufrágio em uma ilha a caminho das Índias Ocidentais.
            Na aventura entremeada por momentos de romantismo, Robinson Crusoé enfrenta vários percalços até encontrar um selvagem, Sexta-feira, permanecendo por 20 anos na ilha até ser resgatado pela amada Rinalda Rinaldi. Por meio de vários quadros, o espetáculo mistura poder, solidão , morte, paixão, música... e muita diversão.


Ficha Técnica
Elenco:  Franco Giovanella, Suelyn Krause, Margareth Klein, Maykon Junkes, Alex Formigari, Alex Girardi, Larissa Tambozetti, Thabata lik, Gil Mathias e Dandara Mendes.
Direção: Hélio Muniz
Assistente de Direção: Fred Paiva
Direção musical e arranjos: Beth Muller
Figurinos e Maquiagem: Lucas David
Iluminação: Gilberto Amaro e Hélio Muniz
Público Alvo:  Acima de 14 anos.
Duração: 70 minutos.

_______________________________________________________

DIVULGANDO:

Cia. Rústico Teatral

apresenta

MARCO


Adaptação da obra "o livro de marco" de flávio carneiro obra e adaptação licenciadas pela abramus (associação brasileira de música e artes).
Estréia : 20 de novembro – Sexta-feira
TEMPORADA
Data: 20, 21, 22 e 27, 28 e 29 de novembro de 2009 (Sexta, sábado domingo)
Horário: 20 horas
Local: Galpão de Teatro da AJOTE – Cidadela Cultural Antarctica (em Frente ao Museus de Arte de Joinville)
Ingressos: R$ 10,00 / R$ 5,00 meia para estudantes e pessoas acima de 60 anos.
Reservas com Maikon - 9941-3774
Não indicado para menores de 14 anos.



APROVADA!

Estamos muito orgulhosos em comunicar que a dissertação de Clarice Steil Siewert - “Nossas histórias em cena: um encontro com o teatro playback” foi aprovada com distinção e com indicação de publicação. A defesa foi neste dia 17/11 no auditório da UDESC em Florianópolis, tendo com banca os professores Dr. Milton de Andrade, Dra. Gilka Girardello e Dra. Márcia Pompeo Nogueira.



Atenciosamente,
Manoella Carolina Rego.
Dionisos Teatro
47 3432 6654 / 47 9604 6691
www.dionisosteatro.com.br

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Reconquistar a UNE - Boletim


Reconquistar a UNE - Boletim

Link to Reconquistar a UNE

Escolas latino-americanas, médicos do povo para o povo

Posted: 17 Nov 2009 09:42 AM PST

Escrito por Emir Sader, em seu blog

Há 10 anos que se estão formando as primeiras gerações de médicos de origem pobre na América Latina. Não estão sendo formados pelas excelentes universidades publicas latinoamericanas, que têm os melhores cursos tradicionais de medicina do continente. Nem falar das universidades privadas.

Eles estão sendo formados pelas Escolas Latinoamericanas de Medicina, projeto iniciado há 10 anos em Cuba e que agora já conta com uma Escola similar na Venezuela e tem projeto de ampliar-se para países como Bolívia e Equador. São selecionados estudantes por cotas de movimentos sociais -originários do movimento camponês, do movimento negro, do movimento sindical, do movimento indígena e de outros movimentos sociais -, se tornam alunos do melhor curso de medicina social do mundo e retornam a seus países para praticar os conhecimentos adquiridos não na medicina privada, mas na medicina social, pública, nos lugares que os nossos países mais precisam, sem contar normalmente com os médicos formados nas universidades tradicionais.

Cuba transformou uma antiga instalação militar - a Academia Naval Granma - em uma universidade médica latinoamericana, para que milhares de jovens privados de estudar medicina nos seus países, possam ter acesso a esse curso em Cuba e retornem a seus países para atender necessidades que não são contempladas pela medicina tradicional.

Além da melhor medicina social que se pode dispor hoje no mundo, os alunos recebem formação histórica sobre o nosso continente, respeitando-se as convicções - políticas, religiosas - de cada aluno. "Médicos dispostos a trabalharem onde for preciso, nos mais remotos cantos do mundo, onde outros não estão dispostos a ir. Esse é o médico que vai ser formar nesta Escola" - dizia Fidel na inauguração da Escola.

A primeira turma se formou em 2005. Formar um médico nos EUA custa não menos de 300 mil dólares. Cuba está formando atualmente mais de 12 mil médicos para países do Terceiro Mundo, em uma contribuição inestimável para os povos desses países. Mesmo passando dificuldades econômicas nas duas últimas décadas, Cuba não diminuiu nenhuma vaga na Escola Latinoamericana de Medicina - como, aliás, nenhuma vaga nas escolas cubanas, nem nenhum leito em hospital.

Desde a formação da primeira turma, em 2005, graduaram-se médicos de 45 países e de cerca de 84 povos originários. Formaram-se 1496 médicos em 2005, 1419 em 2006, 1545 em 2007, 1500 em 2008, 1296 em 2009. Os três países que tiveram mais médicos formados na Escola são Honduras, com 569, Guatemala, com 556 e Haiti, com 543. Atualmente mais de 2 mil alunos estudam na Escola. A procedência social deles é em sua maioria operários e camponeses. As religiões predominantes são a católica e a evangélica.

A Escola em Cuba - em uma cidade contigua a Havana - é integrada por 28 edificações numa área de mais de um milhão de metros quadrados, onde os estudantes recebem o curso pré-medico e os dois primeiros anos do curso de medicina, de ciências básicas. Depois os alunos recebem o "ciclo clínico" nas 13 universidades médicas existentes em Cuba. O corpo geral de professores é de mais de 12 mil.

O Brasil também já conta com cinco gerações de médicos, formados na melhor medicina social, sem que possam exercer a profissão, propiciada pela generosidade de Cuba. Os Colégios Médicos tem conseguido bloquear esse beneficio extraordinário para o povo brasileiro, alegando que o currículo em que se formara, não corresponde exatamente ao das universidades brasileiras - uma forma corporativa de defender seus privilégios.

As nossas universidades públicas costumam ter as vagas ocupadas por alunos que se preparam muito melhor que a grande maioria, por dispor de recursos econômicos que lhes possibilitam ter formação muito superior às dos outros. Assim, em geral tem origem na classe média alta e na burguesia, que desfrutam da melhor formação que as universidades públicas possuem, gratuitamente, sem que a isso corresponda a contrapartida de exercer medicina social, nas regiões em que o país mais necessita.

Essas instituições corporativas não devem se preocupar, as centenas de médicos formados na Escola Latinoamericana de Medicina não abrirão consultórios nos Jardins de São Paulo, na zona sul do Rio ou em outras regiões ricas das capitais brasileiras. Eles irão fazer a medicina social que o Brasil precisa, atendendo a demandas que não são atendidas pelos médicos formados nas melhores universidades públicas brasileiras, mas que derivam seus conhecimentos para atender a clientelas privadas, em condições de pagar consultas e tratamentos caros.

As negociações para o reconhecimento dos diplomas dos jovens médicos solidários formados em Cuba estão em desenvolvimento, com apoio do governo brasileiro, mas ainda não chegaram a uma solução que permita o aporte dessas primeiras gerações de médicos brasileiros de origem popular.

Tolerância nenhuma

Posted: 17 Nov 2009 09:40 AM PST

* Rodrigo Cesar

Tem sido através de muita luta, ao longo de séculos, que as mulheres vêm conquistando espaços públicos, no meio acadêmico, no mundo do trabalho, postos de hierarquia e poder antes impedidas de ocupar. Isto afronta uma ordem patriarcal, sustentada por homens e mulheres, que sempre as explorou na vida privada.

Sobrepondo as conquistas, ainda impera a lógica machista que impede a liberdade das mulheres nos mais variados ambientes. Em casa ou nas ruas, violentadas física, moral e psicologicamente, a responsabilidade pela origem dos atos machistas e sexistas recai injustamente sobre elas: "provocadoras".É o que demonstra o episódio ocorrido, em São Bernardo do Campo, na Uniban, com a estudante Geisy.

O Conselho Universitário da universidade decide expulsá-la alegando comportamento inadequado que afronta o regimento interno da instituição. Afirma que não se trata de uma retaliação aos seus trajes, mas ao seu comportamento de incitar o tumulto e desmoralizar o ambiente acadêmico. Porém, cai em contradição: na mesma nota em que declara o desligamento da estudante, a intituição afirma que já havia a advertido pelos seus trajes. O fato é desmentido por Geisy.

Após (e devido a) grande reação de diversos movimentos sociais repudiando a decisão, que obteve cobertura privilegiada da grande mídia, o reitor da Uniban decide revogar a decisão do Conselho, anulando a expulsão. Trata-se, obviamente, de uma tática de mercado: caso a reação fosse de apoio, a nota do Conselho seria mantida, afinal, quando se trata de um negócio a ética é a do lucro máximo. No mesmo sentido é a decisão de promover medidas educativas sobre comportamento. Supostamente, demonstraria que a universidade se preocupa com a cidadania e é compromissada com o convívio em sociedade.

Ora, se há algum comportamento que deve ser alterado é o da instituição. Primeiro, tenta transformar a vítima em culpada. Depois, reafirma sua vocação de transformar a educação em um produto, retirando-a da esfera de direitos. Por fim, tenta passar um verniz de compromisso social.Caso esteja se referindo a uma sociedade orientada pela mercantilização do corpo e da vida, de fato a Uniban está compromissada.

A institucionalização do sexismo e do machismo é notória, segue a tendência da mercantilização da mulher nos meios de comunicação e demais esferas, públicas e privadas.
A privatização do ensino segue rumo semelhante, institucionaliza-se e é propagada como alternativa ao acesso restrito à educação pública estatal que é, esta sim, responsável por garantir o direito fundamental.

O que se espera das forças democráticas, populares e progressistas é uma dura e contínua luta contra esta tendência, demonstrada brilhantemente na manifestação organizada em frente à Uniban e em diversas outras ações realizadas em diversos pontos do país. No entanto, ser consequente com isso exige dureza. Como afirma a nota da Central Única dos Trabalhadores – CUT sobre o caso, "Violência Contra as Mulheres, Tolerância Nenhuma!".

Portanto, ser consequente exige da central encerrar o convênio mantido com a Uniban, que, ao assegurar 5% de desconto nas mensalidades a seus associados, fortalece esta instituição sexista e machista. Ser consequente com uma trajetória de luta em favor da igualdade exige daqueles que emprestaram suas imagens para as propagandas empresariais da Uniban, declarações contundentes repudiando os procedimentos adotados pela universidade.

Ser consequente com as declarações emitidas pelo Ministério da Educação e pela Secretaria Especial de Políticas das Mulheres, exige do governo federal uma dura sinalização: desligar a instituição do ProUni e garantir que a mesma retire de seus cofres os gastos com os estudantes bolsistas.

Se é pelo bolso que se orienta a Uniban, é no bolso que deve doer. Mas não nos enganemos.
A violência poderia ter ocorrido nos corredores de outra empresa da educação, e reação semelhante viria de outros empresários. Não se trata de um caso isolado, mas de um problema sistêmico. Geisy representa milhões de vítimas.

No ambiente público ou no privado, o machismo e o sexismo deve ser banido completa e imediatamente. Para avançar na construção de uma sociedade justa e que garanta a liberdade de homens e mulheres, em igualdade não apenas no âmbito legal, tolerância nenhuma.

Rodrigo Cesar é coordenador de relações internacionais da Juventude do PT

Nota de repúdio da Diretoria LGBT da UNE contra ato de homofobia na Marcha Nico Lopes - UFV

Posted: 17 Nov 2009 09:30 AM PST

A 1ª Diretoria LGBT da União Nacional dos Estudantes vem repudiar o ato de homofobia ocorrido na Marcha Nico Lopes, evento político cultural de tradição realizado na Universidade Federal de Viçosa – MG.

No último dia 31 de outubro de 2009, durante a Marcha Nico Lopes uma Bandeira do Orgulho LGBT foi queimada por estudantes que participavam da marcha após esta ter caído do trio do DCE – UFV onde estava amarrada. A Bandeira foi colocada lá por estudantes que participavam do bloco "Vitória grita contra a Homofobia: pode ser seu pai, sua mãe, sua tia", que participava do espaço político que é a Marcha Nico Lopes para reafirmar o combate a homofobia e a pela diversidade sexual.

A queima da bandeira do orgulho LGBT por estudantes universitários simboliza quão distante estamos da sociedade igualitária, democrática e livre de opressões pela qual lutamos. Esta atitude reafirma o padrão constituído de heteronormatividade, fundador de uma sociedade arraigada em preconceitos, onde apenas o homem branco, cristão, adulto, heterossexual e de classe média constitui, determina e ocupa os espaços de poder político, econômico e religioso.

O Movimento Estudantil não pode reproduzir esses preconceitos, não pode aceitar que atitudes como a ocorrida em Viçosa – MG se repitam. A Marcha Nico Lopes sempre se pautou como espaço combativo de reivindicação política, usando a irreverência como forma de passar a mensagem dos e das estudantes onde todos e todas podem levantar sua bandeira e reivindicar suas pautas. A Marcha Nico Lopes não pode perder essa característica, deve permanecer, como nos anos anteriores, sendo referência de atuação para o conjunto do Movimento Estudantil. Infelizmente a comemoração dos 80 anos de lutas da marcha Nico Lopes foi manchada esse estúpido ato de homofobia. É imprescindível que o Movimento estudantil se mobilize para repudiar veementemente o acontecido na Marcha.

Lamentamos o acontecido e reiteramos que o debate político, o combate a toda forma de opressão e a Luta contra a Homofobia e pela Diversidade Sexual dentro e fora dos muros da Universidade deve se intensificar na UFV e em todas as outras Instituições de Ensino Superior do país. Afirmamos a necessidade de organizar os e as estudantes contra toda forma de opressão e violência homofóbica, repudiando tais atitudes e fortalecendo a luta pela diversidade sexual para assim iniciar a superação dos preconceitos existentes na sociedade.

Em tempo, nos solidarizamos com o Grupo "Primavera nos Dentes" coletivo universitário da Universidade Federal de Viçosa que já encampa fortes lutas contra a homofobia e deve se fortalecer ainda mais, para evitar que outros atos como esse se repitam

Moradia Estudantil: um Direito à Cidade

Posted: 17 Nov 2009 09:22 AM PST

Frederico Perez Rodrigues Lima, Wanderson Pimenta, Efson batista Lima e Glória Cecília Figueiredo[1].

Segundo estimativa da Associação de Casas de Estudantes da Bahia (ACEB), existem em Salvador cerca de 50 (cinqüenta) residências estudantis, que abrigam em torno de 1.000 (mil) estudantes, na sua maior parte universitários, mas também secundaristas, em imóveis mantidos pelas Universidades ou Prefeituras Municipais[2]. Este contingente populacional é formado por estudantes, originários de famílias de baixa renda, sendo imigrantes oriundos de outros municípios ou estados e que precisam exercer seus direitos à moradia e à cidade[3] no período dedicado às suas formações.

Tanto o percentual de concluintes em relação ao número de alunos que ingressaram quatro anos antes nas Instituições de Ensino Superior (IES) do Brasil, que é de 58,1% (MEC/INEP, 2009), como o dado de que as despesas com Financiamento Estudantil correspondem ao menor percentual (1,7%), dentre os tipos de despesas efetuados pelas Instituições Federais de Ensino Superior (INEP, 2009), indicam os entraves de uma ampla democratização do acesso à universidade, sendo que as necessidades por moradia estudantil participam de tal problemática.

Neste cenário, a demanda por residências estudantis é comumente tratada em uma abordagem de reivindicação por Políticas Públicas de Assistência Estudantil colocada principalmente pelo Movimento Estudantil Universitário[4], mas é pouco problematizada ou compreendida dentro do debate do acesso aos direitos à moradia digna e à cidade, sendo crucial articular essas dimensões, na perspectiva de avançar na promoção dos direitos sociais deste segmento - jovens estudantes de baixa renda - e dos grupos sociais que o constituem, atualizando a premência da democratização do acesso à Universidade, já que há uma problemática das residências estudantis marcadas pela ocorrência de déficit habitacional básico[5] e inadequação de domicílios urbanos[6], pra ficar na categorização difundida pela Fundação João Pinheiro (2006).

A ocorrência de déficit por incremento de estoque é evidenciada pela parcela significativa dos estudantes que demandam moradia estudantil e que não estão atendidos, a julgar pelos dados da Associação Nacional dos Dirigentes das IFES (Andifes), que mostram que apenas 10,1% do total de alunos dessas instituições são beneficiados por algum programa de assistência estudantil, apesar de 44,3% dos estudantes das mesmas pertencerem às denominadas classes C, D e E (UNE, 2006). Já a inadequação de domicílios se manifesta nas inúmeras situações de adensamento excessivo, alto grau de depreciação dos imóveis e carência de infra-estrutura, muito comuns no cotidiano dos estudantes residentes (a esse respeito ver matéria "Teto desaba na residência universitária da UFBA" no site http://www.aratuonline.com.br/2009/videos/1933).

Considerando o exposto até aqui, a demanda por moradia estudantil deve, por um lado, ser entendida na sua diferença dentro do quadro das necessidades habitacionais e de direitos sociais, saindo da recorrente e despolitizada generalização feitas no uso da categoria déficit habitacional, e de suas variantes, que invisibilizam as especificidades dos diferentes grupos sociais. E por outro deve ser colocada como reivindicação por uma inserção territorial em espaços qualificados da cidade, de forma a especificar o direito à cidade ou o acesso à centralidade reivindicado pelos estudantes em situação de vulnerabilidade, tais como, a implantação de residências em áreas centrais, próximas às unidades de ensino superior, com oferta dos serviços, infra-estruturas e equipamentos necessários à garantia da vida e do processo de formação desses agentes, dentre os quais destacamos redes de internet, livrarias, restaurantes populares, equipamentos de saúde, espaços culturais e de lazer.

Um aspecto crucial que deve ser ressaltado é que as residências estudantis por abrigarem diversas coletividades conviventes que instituem usos e ocupações compartilhados e comunais, possibilitam a constituição de apropriações coletivas do espaço, através de vivências de novas práticas, somente introduzidas pela diversidade de experiências, que essa condição permite. Muitas vezes é a existência de residências estudantis que impede a completa dominação e segregação socioespacial pelos agentes hegemônicos, como por exemplo, as residências da UFBA localizadas no Canela e no Corredor da Vitória em Salvador, que imprimem assim "contra-racionalidades" (SANTOS, 2008) alternativas. Diante disso, assumir a perspectiva de fortalecimento da formação e apropriação de espaços coletivos, que as residências propiciam, significa ir de encontro com a solução da bolsa-moradia (recurso pra aluguel individual), que já vem sendo praticada por algumas universidades públicas, a exemplo da UFBA[7], seja porque tal solução submete a demanda por moradia estudantil aos constrangimentos e interesses do mercado imobiliário, que preconizam o afastamento dos estudantes das centralidades valorizadas, além de desresponsabilizar o Estado com custos não incluídos no valor de aluguel (condomínio, tarifa de energia elétrica, alimentação) que passam a ser dos estudantes, seja porque propõe uma distribuição fragmentada dos estudantes no território, revelando uma estratégia segregacionista.

A perspectiva transformadora colocada acima, ganha força a partir do reconhecimento das contestações e reivindicações por moradia estudantil, entendidas enquanto demandas específicas de grupos sociais vulneráveis. As particularidades de tais demandas, longe de inviabilizar a constituição de identidades políticas mais amplas, se colocam enquanto unidades básicas da ação social, fazendo emergir atores emancipatórios e por trás das quais encontram-se associações e afetos mais amplos, que as contaminam e transformam na expressão de tendências muito mais gerais (LACLAU, 2008, p. 27 e 28). Assim coloca-se um sentido diferenciado de democracia, através das lutas sociopolíticas dos segmentos populares e excluídos e da explicitação dos conflitos que elas encerram, com a perspectiva não apenas de garantia de direitos, mas também de criação de direitos novos (CHAUÍ, 2005, p. 23 a 30).

Imbuídos deste sentido torna-se fundamental dialogar com a plataforma do Fórum Nacional de Reforma Urbana (FNRU)[8], construindo o entendimento que a demanda por moradia estudantil integra a luta geral pelo direito à cidade, sendo que a manutenção das residências atuais e a implantação de novas residências requer a utilização dos instrumentos de democratização da terra urbanizada, de captação de mais valia urbana e de democratização da gestão, disponibilizados pelo Estatuto da Cidade. A partir deste diálogo a ACEB reivindica dos Poderes Públicos as seguintes ações:

Demarcação de Zonas Especiais de Interesse Social nos imóveis que abrigam as atuais residências, no sentido de inibir a pressão do mercado imobiliário pelas suas desocupações, bem como em imóveis vagos da área central de Salvador, que não estão cumprindo sua função social, para implantação de novas residências estudantis, com aquisição dos mesmos, através da execução de dívidas tributárias, incidentes sobre os mesmos, com a utilização do instrumento d'ação em pagamento.

Disponibilização de imóveis públicos ociosos e ou sem destinação para implantação de novas residências estudantis, tais como diversos imóveis do IPAC no Pelourinho e do patrimônio imobiliário da União.

Criação no âmbito dos Governos Federal e Estadual de Programas de investimentos específicos de Habitação de Interesse Social, voltados à construção de novas residências e melhorias das atuais, sendo que os recursos disponibilizados deverão ser executados via Prefeituras ou Governo do Estado, com controle social pelas organizações dos estudantes.

Participação das representações dos estudantes residentes na gestão democrática e no controle social das residências.

Assento das representações dos estudantes residentes nos Conselhos municipal e estadual das cidades ou similares.

Incorporação das demandas específicas por moradia estudantil no Plano Municipal de Habitação.

Referências Bibliográficas

ARATUONLINE. Teto desaba na residência universitária da UFBA. Matéria publicada e disponível no site . Acesso em 27/out/2009.

CHAUÍ, Marilena. Considerações sobre a democracia e os obstáculos à sua concretização. In: TEIXEIRA, Ana Claudia Chaves (Org.). Os sentidos da Democracia e da Participação. São Paulo: Instituto Pólis, 2005.

FUNDAÇÃO JOÃO PINHEIRO. Centro de Estatística e Informações. Déficit Habitacional no Brasil: Municípios Selecionados e Microrregiões Geográficas. 2. ed. Brasília, 2006.
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Despesa Liquidada do Governo Federal em Educação, segundo a Natureza de Despesa - Brasil – 2006. Disponível em . Consulta em 27/out/2009.

Ministério da Educação (MEC) - Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Resumo Técnico: Censo da Educação Superior 2007 - Tabela 14. Percentual do Número de Concluintes em relação ao Número de alunos que ingressaram quatro anos antes - 2002-2007. Brasília, 2009.

LACLAU, Ernesto. Debates y combates: por un nuevo horizonte de La política. 1ª Ed. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica, 2008.

LEFEBVRE, Henri. O direito à cidade. São Paulo: Centauro, 2008.

SANTOS, Milton. A Natureza do Espaço: Técnica e Tempo, Razão e Emoção. 4 ed., 1. reimp., São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2008.

União Nacional dos Estudantes (UNE). UNE pressiona e reserva 10% do orçamento da educação para assistência estudantil. Matéria publicada no site da UNE em 25/nov/2006. Disponível em < http://www.une.org.br/>. Consulta em 27/out/2009.

________________________________________
[1] Frederico, Wanderson e Efson são coordenadores da Associação de Casas de Estudantes da Bahia (ACEB). Glória Cecília é Urbanista graduada na UNEB e Mestranda do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFBA.

[2] Atualmente a ACEB está realizando pesquisa para identificação dessas residências, com caracterização das suas instalações e das condições dos estudantes que vivem nas mesmas, com o objetivo de precisar a demanda por moradia estudantil em Salvador para subsidiar a elaboração e implementação de políticas públicas de promoção do direito à cidade desse segmento específico.

[3] A compreensão de direito à cidade nesse texto tem referência na concepção proposta por Henri Lefebvre que o entende como "direito à vida urbana, transformada, renovada… 'o urbano', lugar de encontro, prioridade do valor de uso, inscrição no espaço de um tempo promovido à posição de supremo bem entre os bens, encontre sua base morfológica, sua realização prático-sensível (…)" (LEFEBVRE, 2008, p. 118).

[4] Das poucas informações disponíveis sobre este tema no site da União Nacional dos Estudantes (2006), há uma matéria de 2006, segundo a qual a Diretora da UNE Márvia Scardua afirmava que ano após ano a UNE tem pressionado os parlamentares para garantir verba de assistência estudantil, sendo que a negociação e pressão dessa entidade na Comissão de Educação garantiu que o orçamento de 2007 tivesse R$ 20 milhões destinados às políticas de assistência estudantil nas Universidades Federais, valor correspondente a 10% da verba aprovada para as Instituições de Ensino Superior (IFES), naquele ano. Na compreensão da UNE as políticas de assistência estudantil referem-se à execução de ações de inclusão e apoio aos estudantes carentes que apesar de ingressarem em universidades públicas demandam investimentos para custear livros, passagens, alimentação, inclusão digital, saúde e moradia estudantil para aqueles oriundos de cidades do interior, sendo que essa entidade defende a criação de um Plano Nacional de Assistência Estudantil e o aumento de 9% para 14% de recursos destinados pelas instituições federais a estas políticas (UNE, 2006).

[5] O conceito de déficit habitacional básico utilizado pela Fundação João Pinheiro corresponde às deficiências por estoque de moradias, seja por necessidade de reposição do estoque, seja por necessidade de incremento de estoque (2006).

[6] A inadequação de domicílios urbanos refere-se as seguintes categorias e situações: carência de infra-estrutura, relativa aos domicílios que não dispunham de ao menos um dos serviços básicos de iluminação elétrica, rede geral de abastecimento de água com canalização interna, rede geral de esgotamento sanitário ou fossa séptica e coleta de lixo; adensamento excessivo, corresponde a ocorrência de um número médio de moradores superior a 3 por dormitório; inadequação fundiária diz respeito aos casos em que pelo menos 1 dos moradores tenha a propriedade da moradia , mas não possui total ou parcialmente o terreno ou a fração ideal de terreno; e domicílios sem banheiro são aqueles com ausência de unidade sanitária (idem).

[7] O Reitor da UFBA, Naomar Almeida, propõem uma bolsa-moradia para pagamento de aluguel no valor de R$ 250,00 por estudante que deseje sair das residências, mas a maior parte dos estudantes residentes não aceitou essa proposta.

[8] O FNRU derivou do Movimento Nacional de Reforma Urbana (MNRU), que surgiu na década de 1980 articulando um conjunto significativo de organizações do movimento popular e entidades técnicas e profissionais ligadas a luta pela Reforma Urbana, tendo como pano de fundo as lutas pela democratização do país em reação ao derradeiro regime da ditadura militar. Foi responsável pela proposta de Emenda Popular da Reforma Urbana (Nº 63/1987), que deu origem ao até então inédito Capítulo da Política Urbana na Constituição Federal de 1988 (Arts. 182 e 183) e a luta que levou à aprovação do Estatuto da Cidade (Lei 10.257/2001).

DCE da UnB promove debate sobre a Comunicação no país

Posted: 17 Nov 2009 09:16 AM PST

http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=2375

Evento é uma preparação para a Conferência Nacional de Comunicação, que acontece em dezembro

João Campos - Da Secretaria de Comunicação da UnB

Começa nesta quinta-feira e segue até sábado a 1ª Conferência Livre de Comunicação da Universidade de Brasília. A iniciativa do Diretório Central dos Estudantes (DCE), em parceria com centros acadêmicos e a reitoria, promete um espaço amplo para debater novas tecnologias e a democratização da informação na UnB e no país. O evento, no entanto, tem um contexto mais amplo: agregar material para o debate nas conferências Distrital e Nacional sobre o tema, reivindicadas há quase duas décadas por diversas entidades civis defensoras do direito à comunicação no Brasil.

Para o professor e jornalista da Faculdade de Comunicação (FAC) Luiz Martins, a mobilização na UnB é um exemplo de cidadania e uma resposta à hegemonia da grande mídia. "No Brasil a sociedade não participa dos debates sobre um bem público, como as concessões para a radiodifusão. Alguém ouviu falar sobre a renovação dos contratos com a Globo e a Record?", exemplificou ele, sobre o fato ocorrido há pouco mais de um mês. Martins ressalta as exigências constitucionais não cumpridas no país. "No tripé educação, informação e diversão, o entretenimento tem peso muito maior. E isso é negativo, pois priva a sociedade de conteúdos relevantes".

OFICINA - Nesta quarta-feira, representantes do DCE fizeram uma prévia da conferência com oficinas sobre o tema. Divididos em quatro grupos, os cerca de 30 estudantes que ocuparam o Ceubinho aprenderam técnicas de cobertura jornalística. Noções de diagramação, dicas de como montar um programa de rádio e até como fazer uma máquina fotográfica com uma caixa de fósforos fizeram parte da mobilização. "Aqui é um espaço de experimentação, onde todos viram comunicadores", disse Raul Cardoso, coordenador-geral do DCE.

O estudante de Comunicação Luiz Felipe Leal elogiou a iniciativa. "Toda ação para expandir o acesso à informação é louvável. Quem veio se surpreendeu", comentou ele, que fez a oficina de fotografia. Debruçada sobre uma cartolina, a aluna da Geografia Luana Weyl se dedicou para montar uma página esteticamente atraente para os leitores. "Aprendi que as informações mais importantes devem estar em locais de destaque. Esse tipo de técnica pode me ajudar na hora de produzir alguma peça gráfica", observou ela que, assim como Felipe, pretende acompanhar a conferência.

DEBATES - A programação do evento conta com debates diversificados, como o uso da internet como ferramenta pedagógica e a comunicação na universidade. A organização vai montar uma tenda no fim da ala Norte do ICC, batizada de "tenda da democratização", onde os convidados da Reitoria, GDF, TV UnB, DCE e de meios alternativos, como a Rádio Laboratório de Comunicação Comunitária (Ralacoco), vão repercutir os temas de interesse. "Vamos levar os resultados para a Conferência de Comunicação Distrital e depois para a Nacional. Contamos com a participação de todos", convidou Raul.

O professor da FAC Luiz Martins destaca a importância das conferências estaduais e nacional. "A radiodifusão brasileira é caracterizada pela falta de debate nas decisões e a uma programação de mau gosto. É preciso mudar esse quadro", afirmou. "Passamos por um momento histórico. Esperamos que do conflito entre grandes e pequenos saia uma proposta de comunicação mais justa", comentou Martins, em referência à participação de representantes dos grandes meios na conferência nacional.

Responsável pelo projeto de extensão SOS Imprensa – que congrega 30 estudantes em trabalhos de análise da mídia brasileira, desde 1996 -, o professor e seus alunos vão acompanhar os desdobramentos do evento na UnB. "É preciso uma política de incentivo e sustentabilidade para a comunicação alternativa, comunitária e pública no país", afirmou o especialista. A Conferência Distrital de Comunicação ocorre em novembro e a versão nacional do evento está marcada para dezembro, ambas em Brasília.

Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

Mais informações em:

www.dce.unb.br

http://confecomlivreunb.wordpress.com/

www.twitter.com/conlivreunb

You are subscribed to email updates from Reconquistar a UNE
To stop receiving these emails, you may unsubscribe now.
Email delivery powered by Google
Google Inc., 20 West Kinzie, Chicago IL USA 60610

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Bolsa-Atleta

Uma boa notícia aos joinvilenses amantes do esporte e atletas.  
Hoje (17 de novembro) o prefeito de Joinville Carlito Merss leva até a Câmara de Vereadores o projeto de lei que cria o Bolsa-Atleta, onde o objetivo é regularizar o repasse financeiro para atletas, técnicos e monitores.
Os estudos em cima da Procuradoria Geral do Município está também em fase final, onde há a proposta de criação do Fundo Municipal de Esportes, Lazer e Eventos de Joinville.
Esses dois assuntos foram tema numa conversa do Prefeito da Cidade e o diretor da Felej com o técnico da Ciser/Araldite/Univille Alberto Bial no final do dia 16 (segunda-feira).

http://www.nossajoinville.com.br/

(SESC JOINVILLE APRESENTA) Show Canela Brasil, Terça 17/11 (entrada franca)

Show Canela Brasil - SESC - Joinville (17-11-09)

 

SESC através do Setor de Cultura apresenta espetáculo com a Banda Canela Brasil

SESC Joinville traz para o seu teatro a banda Canela Brasil como você nunca viu nem ouviu, tocando canções do CD "Aqui ou Lá" e lançando músicas do seu novo album "Mutação". O show contará a com participação especial de Kahlil, Fábio Cabelo, Jader Mendes e Tony Araujo.

Desde 2002, quando deixou de se chamar Canela Preta, a banda Canela Brasil vem construindo uma sonoridade diversificada, focada e coerente, distante das fusões musicais oportunistas que têm saturado rádios e pistas. O grupo reúne o que há de melhor na música brasileira contemporânea (O Rappa, Raul Seixas, Legião Urbana) e o que se faz de mais representativo no pop internacional (Led Zeppelin, Pearl Jam, U2, Coldplay) num repertório próprio, marcado pela energia e pela pegada roqueiras, além de melodias marcantes e letras inteligentes. A experiência de composição, ensaios e gravações rendeu ao Canela Brasil a independência completa no que diz respeito aos trabalhos de estúdio e de produção, fazendo da banda uma referência na cena musical catarinense.

 

A banda apresenta um repertório especialmente elaborado para o show no SESC recheado com muitas músicas próprias.

 

SERVIÇO:  

Onde: Teatro SESC Joinville

Quando: 17/11 (Terça) às 20h

Quanto: ENTRADA FRANCA  

Ingressos distribuídos uma hora antes

do espetáculo (Ingresso individual)

  

Atenciosamente,

João Daniel Zanella
Setor de Cultura
Serviço Social do Comércio
Rua Itaiópolis, 470 - América
89204-100 Joinville-SC
Fone: (47) 3441.3319
Skype: joaodzanella
SESC FAZ BEM PRA VOCÊ

http://www.sesc-sc.com.br/unidades/?c=joinville

___________________________________________________________

 

Hugo Machado - (banda Canela Brasil)

 

Ocotéa Produções LTDA

Rua: Alcântara 786, Boa Vista - Joinville SC - CEP 89206-300

Fone: (47) 3025-1364 / 3026-6699

 

E-mail e MSN: canelabrasil@terra.com.br

Site: www.canelabrasil.com

Myspace: http://www.myspace.com/canelabrasilsc

Profile 2 Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Profile.aspx?rl=mp&uid=7568967430183118554

Comunidade Orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=3127510

Vídeo no Youtube (Canela Brasil - O que Fica): http://www.youtube.com/watch?v=VQWdmGqWdAo

Vídeo no Youtube (Canela Brasil - Quando Eu Parti): http://www.youtube.com/watch?v=V2bwzW5gv0g

Vídeo no Youtube (Canela Brasil - Cover, Bob Dylan): http://www.youtube.com/watch?v=TPAjE1IuiZs

Vídeo no Youtube (Canela Brasil - Cover, Raul Seixas): http://www.youtube.com/watch?v=IwWU03SX4MQ

Vídeo no Youtube (Canela Brasil - Aqui ou Lá): http://www.youtube.com/watch?v=-QeqwJjl-PI

 

 

 

   


Ata da Plenária de Eleição do Segmento Sociedade Civil - ConfeCom SC

RELATORIA


 

DEBATES NO PLENÁRIO FINAL – PRIORIDADES ELENCADAS

 

 

  1. Quebra do monopólio da empresa estrangeiras como detentoras dos instrumentos de busca na internet. (Sabrina)

 

  1. Construção de uma rede pública de comunicação, com controle público e espaço de acesso pelos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário) e de todos os atores sociais (movimentos sociais, minorias, setor empresarial, etc). (Lizeu)

 

  1. Reafirmação da necessidade de criação e manutenção dos Conselhos Municipais de Comunicação Social nas cidades com mais de 100 mil habitantes. (Rosane)

 

  1. Controle público e efetiva integração da sociedade em todas as áreas da comunicação. (Valci)

 

  1. Espaço de produção local nas grades de programação regional; maior cuidado com a exposição de crianças e idosos, tanto em programas quanto na publicidade; defesa do diploma de jornalista (Keltryn)

 

  1. Criação de ferramentas legais que possam garantir a sustentabilidade financeira das emissoras de televisão educativas, fazendo com que as já existentes possam migrar para os modelo já existentes de acordo com a regulamentação legal, e com isso garantir a acessibilidade a recursos financeiros. (Cleber)

 

  1. Repúdio a toda forma de monopólio da comunicação e que as rádios comunitárias sejam reconhecidas como meios de comunicação pública por excelência, devendo pautar o sistema de comunicação brasileiro como um todo. (Santin)

 

  1. Regulamentação do art. 221 da Constituição Federal, garantindo o mínimo de 30% da programação da radiodifusão (rede aberta e gratuita) destinada à produção local e regional; revisão das concessões já existentes e agilização das novas concessões de rádios e tv's comunitárias com efetiva fiscalização para que elas cumpram seu efetivo papel social. (Roberto)

 

  1. Necessidade de manter a diversidade cultural e pluralidade de ideais como princípio para a militância do direito à comunicação. (Thiago)

 

  1. Reafirmação da anistia dos processados pela participação nas rádios comunitárias e a reparação civil às comunidades. (Roberto Bonnenberger)

 

 Reafirmação da garantia da soberania nacional no controle acionário dos meios de comunicação; garantia do caráter deliberativo aos conselhos de comunicação; garantia do fomento público para editoras públicas visando a publicação de



Abaixo Atas dos segmentos bem com seu delegados e suplentes.


Ata da Plenária de Eleição do Segmento Sociedade Civil
 
A Sociedade Civil, reunida no dia 15 de novembro de 2009,
elegeu seus delegados para a Conferência Nacional de Comunicação,
bem como seus suplentes, conforme relação que segue abaixo:
 

FENAJ
Titular: Valci Zuculoto
Suplente: Jorge Luiz Cardoso Pedroso

Sindicatos dos Jornalistas        
Titular: Francisco Deoclécio Maciel Ribeiro
Suplente: Hilton Maurente

CUT
Titular: Liliana Piscki
Titular: Vera Fátima Gasparetto
Titular: Lucileia Pereira (SinPsi/SC)
Suplente: Carmen Mary de Souza Souto (SINTE – Fpolis)
Suplente: Anna Júlia Rodrigues (Fpolis)
Suplente: Giolly Muriel Moreira (SinPsi/SC)

Estudantes de Jornalismo
Titular: Carolina Hoepers Lino da Silva
Suplente: Patrícia de Melo

ABRAÇO
Titular: João Carlos Santin
Titular: Aldo Dolbert
Titular: Ari Arlei Esteves de Matos
Suplente: Roberto Bohnenberger
Suplente: Cássio Geovane Turras
Suplente: Paulo Alexandre Pinheiro

APUFSC
Titular: Itamar Aguiar
Suplente: Leonel (Concordia)

Movimento Catarinense LGBT
Titular: Josué Leal Dias Junior
Suplente: Fabricio Lima

Cultural
Titular: Thiago Gonzaga Lopes
Suplente: Juliana Elena Bassetti

FNDC
Titular: Celso Francisco Tondin
Suplente: Guilianna Reogeruis Remor

Extremo Oeste
Titular: José Ademo Rosa da Silva
Suplente: José Ignácio de Oliveira

Sul
Titular: Jaira Terezinha da Silva Rodrigues
Suplente: Luiz Henrique Fogaça

Oeste
Titular: Mauro João Postal
Suplente: Araceli Tomazi

Planalto
Titular: Inês Leodete Fortes Pereira
Suplente: Silviane Mannrich

Vale
Titular: Nelson Afonso Garcia Santos
Suplente: José Isaias Venera

Norte
Titular: Silvia Agostini Pereira
Suplente: Jalusa Mayara Soares


Florianópolis (Grande)
Titular: Enedir Wodzik
Suplente: Ana Cláudia Rocha Araújo


Ata da Plenária de Eleição do Segmento Sociedade Civil Empresarial

A Sociedade Civil Empresarial, reunida no dia 15 de novembro de 2009,
elegeu seus delegados para a Conferência Nacional de Comunicação,
bem como seus suplentes, conforme relação que segue abaixo.
Para certificar de que o que está escrito é a decisão dos presentes
à Plenária de Eleição de Delegados deste segmento, assinam a presente Ata de Eleição.

TITULARES

1. ARI L. BOEHME – TIM
2. VITOR WARKEN FILHO - TELEBRASIL
3. CELESTINO MELO – EMBRATEL
4. JOSÉ FELIPE DA CONCEIÇÃO – EMBRATEL
5. JOSÉ GUILLERMO CULLETON – ACI
6. CELSO COVER – ABRA
7. LUIZ GUSTAVO FREITAS DA ROSA – ABRA
8. RAPHAEL CYRILLO JÚNIOR – ABRA
9. CLEBER ROBERTO PAUL - RBA TV
10. ROBERTO CARLOS RAVALI – EDITORA FUNCIONAL
11.CLEBER LIMA – VIVO
12. GLAUCO LIGEIRO – VIVO
13. VERA CAMARGO – VIVO
14. MANUELA VITIELLO – VIVO
15. DANIELA JÚLIA PRAZERES – ACEL
16. DELTON BATISTA DA SILVA – SINDITELEBRASIL
17. MARCELO GALLON – ABRAFIX
18.NEDIO SCARIOT – ABRAFIX
19. OTÁVIO JOÃO FELISBERTO – ACEL
20. GABRIELA LAFOURCADE – TELEBRASIL

 

SUPLENTES
1. NEIDE CARDOZO – TELEBRASIL
2. EDSON NEY FERRARI – TELEBRASIL
3. MARCOS AURÉLIO DOS SANTOS  -EMBRATEL
4. RICARDO MARTINS - VIVO
5. RICARDO AFONSO FERREIRA – SINDITELEBRASIL
6. PAULO SÉRGIO RIBEIRO - ABRAFIX
7. PATRICK TELMO SOARES - ABRAFIX
8. DANIELA TARANTO - SINDITELEBRASIL



A UCE somos nós, nossa força e nossa voz!- por Vander Rodermel


A UCE somos nós, nossa força e nossa voz!- por Vander Rodermel

 

No ano de 1949, o Brasil passava por grandes transformações. Recém saído de uma ditadura de 15 anos de Getúlio Vargas, o país experimentava a democracia. Neste ano, comemorava-se o centenário de nascimento de Ruy Barbosa, e na semana de seu aniversário, foi chamado um congresso estadual dos estudantes, com o objetivo de criação e organização da União Catarinense dos Estudantes (UCE).

 

Hoje, passados 60 anos, muitas foram as conquistas na trajetória em defesa dos direitos dos estudantes e do povo catarinense. A UCE, já em 1964, teve sua primeira perseguição política, quando o então presidente da entidade, o acadêmico de direito Rogério Queiróz, foi retirado da presidência pela Ditadura Militar. Neste período, o jornal "Reforma" da UCE circulava entre os acadêmicos no estado para organizar a resistência aos golpistas.

 

Em 1979, quando o presidente do Brasil, general Figueiredo, visitou a capital catarinense, a entidade foi protagonista na mobilização de mais de 4 mil jovens, artistas, intelectuais e populares contra a fixação de uma placa em homenagem ao marechal Floriano Peixoto e contra a ditadura, que já durava 15 anos. O pedestal foi quebrado, a placa incendiada, arrastada e atirada contra a porta do Palácio Cruz e Sousa – na época, sede do governo. O aumento dos combustíveis, as vítimas de Anhatomirim, os protestos dos estudantes, todos esses fatores provocaram a grande manifestação. Neste ato o ex-presidente da UCE, Adolfo Luiz Dias foi preso com mais seis estudantes.

 

Na década de 90, a UCE voltou a mobilizar os estudantes pedindo o impeachment do então presidente da república Fernando Collor. Nesse momento os estudantes pintaram os rostos e ocuparam as ruas e, assim, ficaram conhecidos por todo Brasil como os "Caras-pintadas". Durante os oito anos do governo de Fernando Henrique Cardoso, a UCE foi protagonista na luta contra o desmantelamento da universidade pública e contra a privatização do ensino.

 

Neste ano, em que esta entidade sexagenária completa mais um ano de vida e de lutas, Santa Catarina e o Brasil vivem um momento muito diferente, para não falar o melhor desses 60 anos. Além de vivermos melhor, estamos num país democrático de direito, em que gozamos da liberdade de organização e de expressão. Muitos foram os avanços educacionais alcançados nos últimos anos, mas isso não significa que a UCE ficará acomodada. Nem com perseguição, com a ilegalidade, muito menos com a ameaça de prisão iminente e as práticas de tortura na Ditadura Militar a UCE se eximiu de seu papel. Sempre que os estudantes e o povo catarinense precisarem, lá estará a nossa entidade, a União Catarinense dos Estudantes! Em pé, pronta pra luta!

 

Sinto extrema alegria e estou imensamente honrado por presidir esta entidade que tanto conquistou em sua trajetória de lutas e conquistas. Quero escrever também mais algumas páginas no livro da história da UCE, contendo vitórias, alegrias e avanços que contemplem os estudantes, a sociedade catarinense, e um Brasil soberano, mais justo e igualitário.

 

UCE, há 60 anos em defesa dos estudantes e do povo catarinense!

 

 

 

 

Vander Rodermel é presidente da União Catarinense dos Estudantes (UCE).


 

Espaço CUCA, Circuito Universitário Cultura e Arte

Espaço CUCA, Circuito Universitário Cultura e Arte

O vereador Belini Meurer (PT) apresentou projeto de lei em que as Instituições de Ensino Superior de Joinville, deverão destinar um local para implantação do "Espaço CUCA" - Circuito Universitário Cultura e Arte, para os alunos desenvolverem e realizarem, de forma independente, atividades culturais e artísticas.

Durante seus dezenove anos como professor, o vereador constatou que os universitários carecem de um espaço permanente nas instituições de ensino para a realização de atividades culturais e artísticas. No meio acadêmico existe a iniciativa da União Nacional dos Estudantes – UNE, Circuito Universitário Cultura e Arte. Este movimento contempla atividades variadas no sentido de desenvolver e realizar a Cultura e a Arte que, na maioria das vezes, encontra dificuldades para a realização do Circuito pela falta de espaço físico para desenvolver e divulgar seus projetos.

Belini destaca que "a prática de atividades culturais e artísticas está intimamente relacionada com o desenvolvimento do bem-estar físico e mental do indivíduo, bem como previne a ascensão da criminalidade, uma vez que mantém os jovens direcionados a assuntos sociais relevantes"

Fonte: http://www.portaljoinville.com.br/?call=conteudo&id=8329

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Convite para Congresso de Software Livre


4ª SOLISC

O SoLiSC, Congresso Catarinense de Software Livre, é uma iniciativa da comunidade de Software Livre catarinense,

 através da Associação SoLiSC, Geness e Associação Cultural Alquimídia.

O objetivo do evento é estabelecer-se como um fórum de discussão dos diversos aspectos relacionados ao Software Livre no estado.

Ou seja, desenvolvimento, a geração de trabalho e renda nas comunidades, inclusão digital,

utilização de Software livre no setor público e questões relacionadas à liberdade do conhecimento
tais como a liberdade na internet e as licenças de conteúdos culturais.

Abaixo listamos uma série de palestras que devem interessar ao público desta lista.
Mais sobre a programação pode ser encontrado no site do evento.

www.solisc.org.br

Fazendo rádio e TV com Software Livre - case da TV Software Livre
Do Copyright a Pirataria;
Revolução digital e processo normativo;
Fazendo arte digital com Software Livre - Inkscape, Gimp e Blender
Tratamento de imagem com Software Livre - Projeto GIMP;
Ensinando pela WEB com Software Livre -
Apresentação do projeto Praxis - Ensino de Software Livre na rede estadual de educação;
Internet, Tecnologia Social e Economia Solidária;
Os bens comuns - como o software livre se relaciona com a ecologia;
Software Publico Brasileiro - software livre para gestão pública;
Inclusão Digital, Empreendedorismo e Sustetabilidade - apresentação do projeto Caua;
A regionalização como Estratégia de fortalecimento à aplicação de jogos Educativos livres em contexto Escolar;
Os tabus do Software livre na educação profissionalizante;
Importância do uso de padrões na informática publica;


Att.
Marlei Grolli - Organização do SoLiSC.
Confira a programação no site
           
www.solisc.org.br
               Marlei Grolli
              48 9104-0391

Escola de Música Villa Lobos EMVL 2ª Noite do Acordeom


Foi aconchegante e muito agradável: todos os alunos de acordeom do prof. Fabrício Dalprá se apresentaram no Kulturinha na sexta passada.
A Vera ofereceu uns quitutes e a noite estava clara e com uma brisa suave.
Tudo bem descontraído e mostrando música da boa!

E A AGENDA SEGUE COM TUDOOO!!


Dá uma conferida pra não esquecer de nada.
E se alguém ainda deve presenças em atividades artísticas, não vai ser por falta de evento que vai deixar de conseguir! :)

* dia 16 (segunda)
- Formatura do nível avançado de trompete do Thiago Margarida, no auditório, às 20h.

* dia 17 (terça)
- Projeto Recitais Especiais com Duo de Violino e Piano, às 20h, no Teatro.
Entrada franca.

* dia 18 (quarta)
- Mini Festival de Música com Mostra de Escultura promovido pelo prof. Marco Aurélio, às 19h30, no auditório.
Apresentação das composições das crianças.

* dia 19 (quinta)
- Continuação do Mini Festival de Música com Mostra de Escultura e "Poema Sonoro",
promovido pelo prof. Marco Aurélio, às 19h30, no auditório.
Apresentação das composições dos adultos sobre poesias de Maria de Lurdes Barni - com a presença da escritora.

* dia 19 (quinta)
- Audição e formatura dos alunos do prof. Aldo Gums.
Em dois horários: às 8h30 e às 14h30, sempre na sala 36.

* dia 19 (quinta) - Audição de órgão, às 19h, na Igreja da Paz.

* dia 20 (sexta) - Audição dos alunos de canto da Profa Simone do Vale.
É no auditório, às 19h.

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Projeto Joinville Articidade. - Grafite com espaço liberado

ARTE
Grafite com espaço liberado


PROJETO ARTICIDADE ESCOLHEU DEZ ARTISTAS PARA LEVAR AOS MUROS SUAS OBRAS
A pintura está liberada em Joinville. Dez grafiteiros se preparam para colorir, com as suas artes, a frieza de alguns muros da cidade.
A data dessa ação será definida na próxima segunda-feira.
Os agentes que irão desempenhar essa missão já foram escolhidos.

A comissão que avaliou as propostas apresentadas no Projeto Joinville Articidade:
A transformação do meio, definiu dez grafites selecionados no meio de 16 inscrições de grafiteiros
que se inscreveram no projeto aprovado pelo Sistema Municipal de Desenvolvimento Pela Cultura (Simdec).
A Fundação Cultural de Joinville destinou esse ano R$ 15 mil para atender as obras de grafitagem.

Os trabalhos que serão transferidos para os muros foram selecionados pelos idealizadores do projeto,
Jefferson Kielwagen e Alena Marmo, com apoio do artista Roy Schulendurg.
Alena disse que recebeu alertas para evitar que fossem feitas imagens com conotações pornográficas ou posicionamentos políticos.
“Houve um respeito com as especificidades morais da cidade.
Fiquei bem contente com o empenho e a construção dos resultados.
As amostras estão bem interessantes”, destacou.

Os muros onde os dez trabalhos aprovados serão grafitados estão localizados nas fachadas dos prédios da Cidadela Cultural Antarctica,
do Museu Arqueológico de Sambaqui, da Escola Governador Celso Ramos, do ginásio de esporte e Escola João Colin, e da Escola Professora Juracy Maria Brosig.

Um dos selecionados a mostrar nesses espaços a criatividade é o estudante do curso de desing, Paulo Roberto Agostini, 21 anos.
Há três anos ele pratica grafite. Nesse projeto, ele apresentou a proposta intitulada de “Árvore Genealógica da Contemporaneidade”.

A obra apresenta duas cabeças, posicionadas em sentidos opostos, e dentro delas, o desenho de um prédio com outras caras saindo desse imóvel.
Sobre elas, ramos de uma árvore se multiplicam.
Agostini explica que esse desenho é uma crítica ao sistema atual de vida, em que as pessoas deixam de se olhar,
buscam apenas o interesse capitalista e nas cidades algumas vivem bem enquanto outras estão oprimidas, por isso a expressão de berro.
“É um trabalho que não é de fácil entendimento na primeira visualização. Vai exigir reflexão de quem admirar”, explica.

diego.rosa@an.com.br

DIEGO ROSA | JOINVILLE AN.com.br


- Veja outras obras selecionadas no Projeto Joinville Articidade.

AÇÃO EM CEMITÉRIOS

Na quinta-feira, o projeto Joinville Articidade realiza a colocação de adesivos feitos por artistas em lugares públicos.
A primeira ação será em cemitérios.

OS GRAFITEIROS SELECIONADOS

Alexsandro Alexandre
Muro da Governador Celso Ramos
Jan Moraes de Oliveira
Museu Arqueológico do Sambaqui
Cyntia Werner
Ginásio de esportes e Escola João Colin
João Guilherme Pereira de Deus
Muro da Cidadela Cultural
José Francisco Pereira Xavier
Muro da Escola João Colin
Paulo Kielwagen
Muro da Escola Governador Celso Ramos
Priscila Lemos dos Anjos
Muro da Escola Professora Juracy Maria Brosig
Renato Veiga
Muro da Cidadela Cultural
Viviane Cris Mendes
Muro da Escola João Colin
Paulo Roberto Agostini
Muros da Fachada Sambaqui e da Cidadela Cultural

terça-feira, 10 de novembro de 2009

NOTA DE APOIO À REALIZAÇÃO DA CONFERÊNCIA ESTADUAL DE COMUNICAÇÃO

A União Catarinense dos Estudantes (UCE) vem a público declarar total apoio à realização da Conferência Estadual de Comunicação, que será realizada nos dias 07 e 08 de novembro do corrente ano em Florianópolis, e convoca todos os estudantes catarinenses para participarem da construção desse debate, desde as etapas municipais até a etapa estadual.

Reafirmamos a importância desse espaço democrático de discussão da comunicação, tanto a nível estadual quanto nacional, assim como o envolvimento do poder público, dos movimentos sociais e do setor empresarial catarinense no processo de construção da Conferência.

O Brasil vem passando por mudanças estruturais que estão levando à ampliação e garantia dos direitos fundamentais dos cidadãos. Nesse sentido, entendemos que a composição tripartite desse fórum de discussão revela-se fundamental, pois proporciona a abertura necessária para debater as grandes questões relacionadas à comunicação em todo o país e para apontar as diretrizes necessárias para a criação de um novo marco regulatório do setor e para a democratização dos meios de comunicação.

Vanderson Rodermel
Presidente da UCE

Jalusa Mayara Soares
Diretora de Comunicação da UCE

Talia Bárbara Tumelero
Representante da UCE na Comissão Estadual da Confecom

Pra quem faltou no Enade...

Pra quem faltou no Enade...

Os alunos que faltaram na prova do ENADE 2009 podem a partir de hoje (10/11) até o dia 23/11
para pedir a sua dispensa das provas.
Lembrando que quem receber falta no dia da prova tem o seu diploma retido.
Para regularizar a sua situação o aluno faltante pode preencher o seu requerimento de dispensa pelo site: www.inep.gov.br .
Neste mesmo site contém as demais documentações necessárias para a solicitação da dispensa
além do local para envio desta documentação.

Universidades de Joinville não expulsariam aluna que usou vestidinho polêmico

Universidades de Joinville não expulsariam aluna que usou vestidinho polêmico

Tudo seria resolvido em uma conversa

Geisy Vila Nova Arruda, 20 anos, ficou famosa, mas não do jeito que gostaria. Ela é a personagem principal de uma polêmica envolvendo o tamanho do vestido que usou para ir à Universidade Bandeirante (Uniban), a reação dos alunos e a expulsão dela pela instituição. A decisão foi revista no fim da tarde de segunda-feira pela universidade de São Bernardo do Campo (SP), mas a polêmica continua.

Um minivestido nunca causou tanta polêmica. “A Notícia” entrou em contato com cinco universidades de Joinville. Três delas (Univille, Udesc e Sociesc) foram claras: não tomariam o mesmo caminho da instituição de São Bernardo do Campo (SP). Duas (Ielusc e Anhanguera) preferiram não se manifestar. O diretor de Ensino da Udesc, José de Oliveira, diz que se o caso causasse alguma comoção no meio acadêmico, a orientação seria chamar a aluna e orientá-la a não usar esse tipo de roupa.

— Aqui temos mais alunos homens e a garotas procuram se comportar na forma de vestir. Se acontecesse um problema parecido, com funcionários ou estudantes, faríamos uma advertência verbal — explica.

A indignação da pró-reitora de Ensino da Univille, Ilanil Coelho, é com as ameaças de agressões física sofridas pela universitária por parte dos demais estudantes.

— Faltou atitude mais adequada para levar a estudante a refletir sobre o uso daquela roupa. Isso é uma questão de bom senso. Causa indignação julgar esse ato com ameaças — critica.

Para Ilanil, se a universidade não deixou claro o tipo de roupa a ser usada, há liberdade para as pessoas usarem o que desejam. Ao vaiarem a aluna, os estudantes e a reitoria da Uniban faltaram com o bom-senso, avalia a gerente de Ensino do Instituto Superior Tupy (IST/Sociesc), Eliane Ramos Miranda.

— Se o caso ocorresse algum caso que causasse constrangimento na universidade, o assunto seria resolvido com uma conversa e orientação pedagógica.
A NOTÍCIA

Caso da UNIBAN

Sou acadêmico da ACEe, onde sexta pasada em conversas com professsores e coordenadores de curso, sobre o caso UNIBAN, chegamos a seguinte conclusão:

1º Uniban é uma IES, ou um presídio?
2º Se fosse em Joinville teria rebelião todos os dias.
3º Qual o nível de conciências de tais acadêmicos (Elite do pensamento)
4º Se esses são os proficionais do futuro, que Brasil estamos esperando?

Sinto vergonha de ser acadêmico num pais onde o censo crítico, é avaliado pelo números de uso de drogas e bebidas que alguém ingere (reportagem de ontem em um noticiário)

Lamentável mundo acadêmico, e pensar que no passado rebeldes era lutar por democracia, direitos de liberdade de expressão e política.

Hoje parece que rebelde é ser normal.

Abraços

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

ARTE na ACE..

Sábado tem ARTE na ACE..

Data:
sábado, 7 de novembro de 2009
Hora:
14:00 - 17:00
Localização:
ACE - Associação Catarinense de Ensino Faculdade Guiçherme Guimbala